quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Marketing Viral

O Marketing Viral surgiu com o fenómeno de massificação da internet, como meio de difusão de conteúdos. Sendo uma técnica frequente desde o inícios do ano 2000, o Marketing Viral assenta sobre a internet, por meio de vídeos, fotos e textos aparentemente amadores, permitindo uma rápida difusão, via email ou outro meio, usando o word of mouth, permitindo o alcance de mercados mais abrangentes, com custos mais reduzidos.

Estas potencialidades foram bem utilizadas por diversas marcas que de forma simples e ligeira, veicularam informações e conteúdos dos seus produtos e marcas, usando apenas vídeos, jogos e textos que captando a atenção, rapidamente se propagam, de pessoa para pessoa, como se de um vírus se tratasse, contribuindo para um maior reconhecimento do produto e da marca.

Esta técnica tem vindo a ser cada vez mais utilizada e com grande sucesso, sobretudo quando é feito especificamente com esse objectivo, com recurso a técnicas específicas para tal, contudo alguns responsáveis pela imagem e comunicação de produtos e marcas, reconhecendo o potencial do Marketing Viral e tendo já campanha feitas para outros meios, nomeadamente TV, decidem aplicar os mesmos conteúdos na internet, saturando a world wide web com conteúdos repetidos ou pelo menos não exclusivos, ou seja perde-se todo o efeito vírico, desde logo na exclusividade do meio e o motivo é simples, porque razão vou difundir pelos meus contactos, conteúdos disponíveis noutros meios?

Desta forma, podemos concluir que a lei do menor esforço ou uma má avaliação, pode matar uma técnica riquíssima, comprometendo não só a comunicação neste meio, mas também a efectuada no meio p/ a qual foi concebida, com o sério risco de expor o produto e marca ao ridículo.
Assim, podemos concluir que esta técnica tem como pontos positivos a exposição global/mundial, contudo esta mesma exposição pode ser uma arma apontada ao coração, quando um cliente/consumidor se sentir ludibriado com o produto, porque o que disser e o ruido que fizer será igualmente feito à escala global/mundial.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

o que escrever sobre mim!!!

Porque é que quando temos que escrever algo sobre nós nada sai?
Será que nós não nos conhecemos bem?
Será que somos ocos?

Oco?!?

Basta! Oco é demais, porque eu sei que tenho nome, sei que tenho família, sei que tenho valores, sei que tenho motivações, sei que tenho competências, sei que tenho cérebro! será que tenho?!? Eu sei que tenho cabeça, tudo indica que tenho cérebro, mas nunca o vi e acho mesmo que até ao momento ninguém o viu!

Isso é que era engraçado, ser o primeiro ser humano adulto e desenvolvido sem cérebro! bem o António Damásio, metia os livrinhos todos num baú e reformava-se, mas não sem antes cair da sua cadeira, desmaiar e embarcar num sono profundo pensando que isto afinal seria um sonho!

Se assim fosse era giro, o que é que eu tinha que fazer?!? Tinha que contratar um bom assessor de imprensa, tinha que contratar um bom agente, contratar um bom staff para gerir convenientemente a minha imagem, ao colocar-me a discursar em colóquios e congressos sobre a minha rara anormalidade e passava a ser o famoso anormal!

Nessa altura quando me vissem diziam todos, ali vai o Pedro, o fenómeno, o homem sem cérebro, o anormal e eu começava a ser famoso! Bem o problema era se me chamassem gigantone, porque afinal, sou alto, grande e tenho cabeça, mas oca!!!!

Gigantone?!? Quem?!?! Eu!??!

Gigantone isso é que não! se há bonecos que não gosto são esses que dançam ao ritmo de bombos e tambores, nas romarias, bem e o meu filho quando ouvisse isso o que pensaria?!? o que diria?!? e os amigos dele?!? o que lhe diriam!??! se calhar diziam o mesmo que os amigos do filho do José Castelo Branco lhe dizem, mas só sobre a parte do cérebro!

Bem pensando bem, o melhor é não ser mais anormal, assumir a normalidade de ser normal, um simples e desconhecido normal!!!

O melhor mesmo é deixar-me de coisas e ir-me deitar!

inté