
Segundo Eduardo Madeira Correia professor de marketing na Escola Superior de Comunicação Social «O melhor exemplo de marketing O2O, são os namorados porque dizem aquilo que o outro quer ouvir e quando não dizem há pequenas discussões. As pessoas vivem uma para a outra e cada uma "vende" aquilo que tem para vender e a melhor maneira de vender é sabendo, porque já estudou, aquilo que o outro compra».
Esta técnica de marketing já existe há algum tempo, ou melhor ela sempre existiu, quantos de nós não reconhece aquele empregado de mesa que tem o cuidado de nos trazer um café com adoçante, em chávena escaldada, como nós gostamos, sem que o tivéssemos pedido!
Acham que esse empregado, leva o mesmo café, da mesma maneira a todos os clientes?!
A resposta é não, ele adapta uma atitude de venda em função de cada pessoa, ele pratica marketing one2one.
E o resultado é a grande fidelidade dos clientes, quer por se sentirem bem e perfeitamente ajustados, quer por não encontrarem essa oferta em todo o lado, o que dificulta a adaptação a outro café, porque não tem as “mordomias” de adaptação que o dito empregado de mesa impõe.
A internet e a economia digital, veio dinamizar esta técnica, uma vez que só apresenta conteúdos selectivos, à medida que um utilizador, selecciona uma dada opção, está a caracterizar o seu perfil, logo possibilita ao anunciante a melhor adaptação do espaço e personalização em função do visitante, possibilitando maiores “à vontade”, logo melhores vendas.
A mensagem correcta para a pessoa certa, já não é tão utópico quanto isso e a isto se chama marketing one2one.
Esta técnica pode ser materializada por via de newsletters, emails, etc, onde o tema se enquadra com o destinatário, contrariamente ao que acontece com um anúncio televisivo, onde sabemos que a mensagem é generalista e nada personalizada, o problema surge com a gestão de expectativas, porque após este processo o consumidor não tolerará os enganos, pois constrói uma ideia de que o produto foi feito para si.
Esta técnica de marketing já existe há algum tempo, ou melhor ela sempre existiu, quantos de nós não reconhece aquele empregado de mesa que tem o cuidado de nos trazer um café com adoçante, em chávena escaldada, como nós gostamos, sem que o tivéssemos pedido!
Acham que esse empregado, leva o mesmo café, da mesma maneira a todos os clientes?!
A resposta é não, ele adapta uma atitude de venda em função de cada pessoa, ele pratica marketing one2one.
E o resultado é a grande fidelidade dos clientes, quer por se sentirem bem e perfeitamente ajustados, quer por não encontrarem essa oferta em todo o lado, o que dificulta a adaptação a outro café, porque não tem as “mordomias” de adaptação que o dito empregado de mesa impõe.
A internet e a economia digital, veio dinamizar esta técnica, uma vez que só apresenta conteúdos selectivos, à medida que um utilizador, selecciona uma dada opção, está a caracterizar o seu perfil, logo possibilita ao anunciante a melhor adaptação do espaço e personalização em função do visitante, possibilitando maiores “à vontade”, logo melhores vendas.
A mensagem correcta para a pessoa certa, já não é tão utópico quanto isso e a isto se chama marketing one2one.
Esta técnica pode ser materializada por via de newsletters, emails, etc, onde o tema se enquadra com o destinatário, contrariamente ao que acontece com um anúncio televisivo, onde sabemos que a mensagem é generalista e nada personalizada, o problema surge com a gestão de expectativas, porque após este processo o consumidor não tolerará os enganos, pois constrói uma ideia de que o produto foi feito para si.







